Pimenta-do-reino é digestiva e antimicrobiana, veja os tipos:
- denduforno
- 5 de fev. de 2021
- 1 min de leitura

A pimenta-do-reino (Piper nigrum) é muito difundida na cozinha mundial, inclusive no Brasil. O cultivo dessa especiaria foi introduzido no país por meio da colônia japonesa. A mesma planta dá origem a três temperos diferentes: a pimenta-do-reino preta, a branca e a verde, geralmente vendida em conserva.
Em formato de pequenos grãos arredondados, essa especiaria apresenta atividade antioxidante e anti-microbiana. Isso significa que, além de proteger o organismo contra doenças crônicas não-transmissíveis, como hipertensão e diabetes, também auxilia no combate do desenvolvimento de micro-organismos nocivos nos alimentos.
Por conta dessa propriedade, a pimenta-do-reino, principalmente nas versões preta ou branca, são muito usadas como condimentos em receitas caseiras ou industrializadas. É fundamental para temperar embutidos, como salame e linguiças, ajudando a conservar esses produtos por mais tempo. Além disso, a pimenta-do-reino é fonte de piperina, composto que atua como termogênico no organismo, acelerando o metabolismo. Age ainda como digestivo e, ao ser consumida com outros alimentos, ajuda na absorção de outros nutrientes. Para potencializar e otimizar o efeito da cúrcuma, por exemplo, recomenda-se o consumo desse tempero, riquíssimo em antioxidantes e com propriedades anti-inflamatórias, junto com pitadas de pimenta-do-reino.

Comentários